O jogo de ontem foi um pesadelo. Por momentos pensei mesmo que iria ser um enorme pesadelo.
PEvidentemente eu não percebo nada de futebol e mesmo que percebesse não trabalho todos os dias com os jogadores para saber quem está melhor ou pior.
Contudo ficou claro que os nossos dois centrais , com particular ênfase pela negativa para Otamendi, os médios Enzo e Rios e o atacante Rafa estão muito longe dos mínimos exigidos para uma equipa com a fisicalidade daquela que enfrentamos ontem. A própria ala direita foi inconsequente, Prestianni é ainda um miúdo e Dedic continua com grandes problemas na decisão, galga terreno mas o passe final ...
Mourinho percebeu que tinha que dar músculo, nervo e qualidade na decisão e colocou Ivanovic , Barreiro e Lukebakio e estes três foram decisivos no equilíbrio da equipa e do resultado.
Infelizmente este resultado não nos interessa . Continuamos à mesma distância dos rivais e com menos uma jornada para jogar.
A construção do plantel foi um equívoco, os desequilíbrios saltam à vista e o resultado é o que se vê.
Não à liderança e sem ela não pode haver sucesso.
ResponderEliminarsó que o otamendi ainda tem desculpa que estava condicionado fisicamente, não admira joga sempre e o tempos todo, e se ele já comete erros então condicionado mais os comete.
ResponderEliminarjá o tomas não tem desculpa, até porque descansou no jogo anterior, e aquele segundo golo sofrido é só patético.
como diz o ditado o que nasce torto tarde ou nunca de endireita, e agora só estamos a pagar os custos de todas as más decisões que foram tomas desde o inicio da época.
e como disse o jaime antunes até poderia vir o kloop que com este presidente nem isso nos valia.
Na madrugada em que seria executado, o ex-presidente do Iraque, Saddam Hussein, foi levado ao cadafalso sob forte vigilância de soldados americanos. Antes da execução, como manda o protocolo em muitos casos, perguntaram-lhe qual seria o seu último desejo. A resposta veio calma, quase inesperada: ele pediu apenas um casaco.
ResponderEliminarOs soldados estranharam o pedido. Perguntaram por que alguém que estava prestes a morrer se preocuparia com um casaco naquele momento. Foi então que Saddam respondeu algo que ficaria marcado em muitos relatos daquele episódio: estava frio naquela noite em Bagdá, e ele não queria que seu corpo tremesse de frio. Se tremesse, disse ele, seu povo poderia pensar que o líder estava tremendo de medo diante da morte.
Saddam caminhou para o fim mantendo a postura firme, preferindo carregar o peso de um casaco a permitir que qualquer gesto fosse interpretado como fraqueza diante de seus inimigos ou diante da história.
O simbolismo desse episódio é forte. Em momentos finais, líderes muitas vezes tentam preservar aquilo que consideram mais importante: a imagem que ficará gravada na memória do seu povo. No caso de Saddam, a preocupação não parecia ser com o frio em si, mas com a percepção. Para ele, morrer sem demonstrar medo era uma forma de preservar autoridade, dignidade e controle até o último instante.
Independentemente das opiniões sobre sua trajetória política, o gesto revela algo sobre como líderes enxergam o poder e o legado. Às vezes, até nos últimos segundos de vida, a batalha que continuam travando não é física, mas simbólica: a batalha pela imagem que ficará na história.